ePortugal.gov.pt
SERVIÇOS PÚBLICOS E COVID-19 Centro de Contacto Cidadão: 300 003 990 | Centro de Contacto Empresas: 300 003 980

Aviso COVID-19

O portal do IAPMEI disponibiliza informação sobre os vários apoios às empresas.

3

Realizar serviço

Realizar serviço

Armas e munições - autorização de importação

Qual a finalidade?


Permite a importação de armas de aquisição condicionada, munições, fulminantes, cartuchos ou invólucros com fulminantes, punhos para armas de fogo longas e coronhas retrateis ou rebatíveis, partes essenciais de armas de fogo, com exceção da culatra, caixa da culatra e carcaça.

Obter formulário 
Se não dispõe de certificação digital pode obter aqui
os formulários para entrega à entidade competente.
  

Entidades Competentes/Contactos


  • Balcão de atendimento do Departamento de Armas e Explosivos da DNPSP

    Rua de Artilharia Um n.º 21
    1269-003 LISBOA

    Telefone: 21 811 10 00
    21 811 10 49
    21 370 39 00
    Fax: 21 387 47 72
    Fax: 21 811 10 08
    E-mail: depaex@psp.pt
    Site: www.psp.pt

    Horário de funcionamento:
    • Dias úteis, das 09:15h as 15:00h

  • Balcões de atendimento do núcleo de armas e explosivos da PSP

     

    Contactos.


  • Balcões de atendimento das esquadras da PSP

     

    Contactos.






Procedimento




Descrição:

1 –
A entidade regista, cobra taxas devidas e efetua a análise prévia/liminar do pedido.

2 e 3 – A entidade, depois de confirmar que o pedido está bem instruído, efetua a sua análise legal e regulamentar.

4 e 5 –A entidade, após confirmar que o pedido respeita todas as normas legais e regulamentares, defere o pedido, emite a licença/autorização, calcula as taxas adicionais e notifica o requerente dando-lhe conhecimento do deferimento e do valor a pagar. Caso o pedido não respeite as normas legais e regulamentares o procedimento segue no ponto 11.

6 –A entidade, nos casos em que o pedido não está bem instruído, notifica o requerente para entregar os elementos em falta, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de rejeição liminar.

7, 8, 9 e 10 – Caso o requerente se pronuncie dentro dos 10 (dez) dias e entregue os elementos em falta, o pedido prossegue no ponto 3. Quando o requerente não dá resposta dentro do prazo ou não entrega os elementos, a entidade rejeita liminarmente o pedido, notifica o requerente dando-lhe conhecimento desse despacho e arquiva o processo.

11 – Quando da análise ao pedido se conclua que este não respeita todas as normas legais e regulamentares, a entidade notifica o requerente, em sede de audiência prévia, da intenção de indeferimento do pedido e aguarda o prazo de 10 (dez) dias.

12, 13 e 14 – Quando o requerente não se pronuncia, em sede de audiência prévia, ou a sua resposta e elementos apresentados não alteram o sentido de decisão transmitido, a entidade indefere o pedido, notifica o requerente dando-lhe conhecimento desse despacho e arquiva o processo. Nos casos em que o requerente responde e apresenta elementos que alteram o sentido de decisão transmitido, o pedido prossegue no ponto 3.



Prazo de emissão/decisão


Cerca de 60 dias.


Documentos

 

  1. Documento D (um por cada arma);
  2. Documento E;
  3. Documento G;
  4. Ficha Técnica da arma
  5. Fotocópia da licença habilitante (Isenção, LUPA ou Alvará);
  6. Indicação da arma ter sido sujeita ao controlo de conformidade
  7. Declaração da Associação de Colecionadores reconhecida (no caso de arma para coleção);
  8. Licença de Colecionador (no caso de arma para coleção);
  9. Carta de Caçador com armas de fogo (no caso de armas para ato venatório);
  10. Declaração da Federação Portuguesa de Tiro (no caso de armas para tiro desportivo);
  11. Licença Federativa (no caso de armas para tiro desportivo);
  12. Fatura ou documento que comprove a propriedade da(s) arma(s)/munições;
  13. Caso se trate de um regresso definitivo, deve solicitar e apresentar, documento comprovativo de regresso definitivo a Portugal, após permanência há mais de um ano, fora do Território Nacional, documento esse a ser emitido pelo Consulado de Portugal, no país de acolhimento;

    No caso de isento:
  14. Documento L;

    No caso de particular:
  15. Documento B;
  16. Fotocópia do Cartão de Cidadão
    ou
    Fotocópia do Bilhete de Identidade;

    No caso de pessoa coletiva (armeiro):
  17. Documento C.


No local/por correspondência



Custo estimado


Consultar Art.7º nº1 alínea a) do regulamento das taxas.

Nota:
A taxa de urgência na emissão de documentos é de € 16,90 (art.14º alínea z) do regulamento de taxas).

Meios de pagamento:

  • Dinheiro;
  • Cheque à ordem de Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público (IJCP);
  • Multibanco;
  • Transferência bancária para Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público NIB 078101120000000779660, IBAN PT50078101120000000779660, SWIFT BIC CODE IGCPPTLP.


Validade


180 dias.


Legislação



Motivos de recusa

 

  • Pedido/comunicação mal instruído - Falta de qualquer formulário, documento ou outro tipo de informação; entrega de documentos fora do prazo definido, de documentos com data de validade expirada ou de documentos sem valor; pedido/comunicação incompatível com outro em curso.
  • Pedido/comunicação não compreensível - Falta de dados que não permitam a boa análise do pedido/comunicação, resultante do modo como está escrito ou de rasuras.
  • Pedido/comunicação apresentado fora do prazo - Apresentação do pedido/comunicação fora do prazo definido.
  • Pedido/comunicação apresentado por pessoa sem poderes para o ato - Falta de legitimidade do interessado para apresentar o pedido/comunicação ou pedidos/comunicações anónimos.
  • Pedido/comunicação apresentado a uma entidade sem competência - O pedido/comunicação é apresentado a uma entidade que não tem competência para a matéria em causa ou competência territorial.
  • Falta de pagamento de taxa do pedido/comunicação - Falta de pagamento de qualquer taxa, emolumento ou preparo definido para o pedido/comunicação.
  • Não cumprimento dos requisitos técnicos - Não cumprimento, no todo ou em parte, de qualquer requisito técnico exigido pela lei e/ou regulamentos.


Meios de impugnação/Queixa ao Provedor de Justiça


» Reclamação

  • O interessado pode apresentar uma reclamação ao serviço que emitiu a decisão, no prazo de 15 dias após tomar conhecimento da mesma.
  • A entidade tem 30 dias para responder à reclamação.
  • Enquanto a entidade não decidir a reclamação, fica suspenso o prazo para recorrer da decisão junto dos tribunais administrativos.

» Recurso hierárquico ou tutelar

  • O interessado pode apresentar um recurso:

    a) Ao superior hierárquico do serviço que emitiu a decisão ou a um outro órgão da mesma entidade que tenha sobre ele poderes de supervisão - recurso hierárquico;
    b) À entidade com poderes de tutela sobre a entidade que emitiu a decisão, nas situações previstas na lei - recurso tutelar.
  • O interessado tem 30 dias, após tomar conhecimento da decisão, para apresentar um recurso, quando este é obrigatório para a apresentação de ação ao tribunal administrativo. Nas outras situações, o prazo é o fixado para o recurso contencioso.
  • A entidade tem 30 dias para responder ao recurso, podendo este prazo ser alargado até 90 dias, quando precisar de reunir outras provas.
  • Enquanto a entidade não responder ao recurso, e este for obrigatório para a apresentação de uma ação ao tribunal administrativo, a decisão emitida fica suspensa, desde que essa suspensão não cause graves prejuízos ao interesse público. Nas outras situações, a decisão emitida não fica suspensa.

» Ação administrativa

  • O interessado pode apresentar uma ação administrativa especial ou comum ao tribunal administrativo competente.
  • Em determinadas situações, antes da apresentação da ação, o interessado deve apresentar recurso hierárquico ou tutelar.
  • A ação administrativa especial pode ser apresentada quando:

    a) A entidade emitiu uma decisão ilegal;
    b) A entidade devia emitir uma decisão e não o fez;
    c) A entidade devia emitir uma norma e não o fez.
  • Os prazos para o interessado apresentar ação são:

    a) Três meses após tomar conhecimento da mesma, quando a decisão possa ser anulada;
    b) A qualquer momento, quando a decisão não tem valor ou a entidade não emitiu uma decisão a que estava obrigada.
  • Enquanto o tribunal não se pronunciar, a decisão emitida pela entidade fica suspensa, designadamente, quando estiver em causa o pagamento de uma quantia certa, não associada a uma coima e tiver sido prestada garantia.
  • A ação administrativa comum pode ser apresentada quando a decisão não tiver regulamentação especial, designadamente, para as seguintes situações:

    a) Condenação da entidade à não emissão de uma decisão, quando for provável que esta prejudique os direitos do interessado;
    b) Condenação da entidade à adoção das condutas necessárias ao restabelecimento de direitos ou interesses violados;
    c) Responsabilidade civil da entidade, bem como dos titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes;
    d) Condenação ao pagamento de indemnizações, quando a decisão emitida pela entidade faz prevalecer o interesse público;
    e) Interpretação, validade ou execução de contratos.
  • O interessado pode apresentar a ação a qualquer momento, exceto nos pedidos de anulação de contratos que devem ser apresentados no prazo de seis meses, após a data da celebração do contrato, ou, quanto a terceiros, após o conhecimento do contrato.

» Queixa ao Provedor de Justiça

  • O interessado pode, a qualquer momento, apresentar uma queixa ao Provedor de Justiça contra a entidade que emitiu a decisão.
  • O Provedor de Justiça não tem qualquer prazo para responder.
  • O Provedor de Justiça não pode alterar a decisão emitida pela entidade.


Critérios e obrigações


» Armas e munições - autorização de importação - critérios e obrigações

  • Só poderá transportar para Território Nacional, as armas/munições, após ser possuidor de Autorização Prévia de Importação, a ser emitida pelo Departamento de Armas e Explosivos da Policia de Segurança Pública, tendo as mesmas de vir acompanhadas por autorização de saída a ser emitida pelas autoridades do país de proveniência.
  • Quando as armas/munições/partes essenciais chegarem a Portugal, têm de ser peritadas por peritos do Centro Nacional de Peritagens, do Departamento de Armas e Explosivos da Policia de Segurança Pública, peritagem essa a ser efetuada na Estância Alfandegária/Aduaneira (de Lisboa / Porto / Faro / Funchal ou Ponta Delgada). Para tal deve ser solicitada a referida peritagem a este Departamento de Armas e Explosivos, tendo ainda de efetuar a liquidação das taxas devidas (por peritagem), nos termos da legislação em vigor.
  • Após ser possuidor do documento de Auto de peritagem, o requerente particular poderá desalfandegar as armas / munições, e deverá depositar as mesmas neste Departamento de Armas e Explosivos, organizando o processo de Manifesto, tendo de efetuar o pagamento das taxas devidas, conforme legislação em vigor.
  • Se o requerente é particular: caso não seja possuidor de licença habilitante (Licença de uso e porte de armas) em Portugal, e após ser possuidor dos Livretes das armas, deverá dirigir-se ao Comando da Polícia de Segurança Pública, da área da sua residência e organizar o processo de Licença de Detenção no Domicilio, e após a mesma lhe ser emitida poderá dirigir-se ao Departamento de Armas e Explosivos da Policia de Segurança Pública.
  • Se o requerente é armeiro: poderá desalfandegar as armas em causa, devendo solicitar os processos de Manifesto após serem possuidores do auto de peritagem. Para tal terão de efetuar o pagamento das taxas devidas, conforme legislação em vigor.


 


Com o patrocínio do EUGO
Os conteúdos disponibilizados são da exclusiva responsabilidade dos seus autores.
Quaisquer esclarecimentos adicionais devem ser obtidos junto da entidade competente.